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31º Aniversário de Cidreira


Data: 9 de maio de 2019
Fonte: wikipédia

História

No sec XVII a região era conhecida como Campos das Cidreiras, limitavam-se ao sul com os Campos do Quintão, ao norte com os Campos de Taramanday, a oeste com os Campos de Viamão e a Leste com o oceano Atlântico. Em 1749 a Estância das Cidreiras era de propriedade de Domingos Fernandes de Oliveira, Sargento-Mor da Colônia de Sacramento que vendeu a Estância das Cidreiras para Manuel Pereira Franco. Almoxarife-Mor da Colônia de Sacramento. Em 1767, a Coroa de Portugal doou a sesmaria de Cidreira para o almoxarife-mor Manuel Pereira Franco. Possuía de frente 4,5 léguas (29.700m), com 2,5 léguas de orla marítima (16.500m) e era composta pelas fazendas Cidreira, Rondinha, Roca Velha, Ponta do Mato e Porteira. Posteriormente, devido à sonegação de impostos, a Coroa confiscou as terras para serem leiloadas.

Em 1819 a sesmaria de Cidreira foi comprada por Luiz José Ferreira Saraiva, legando ao filho Francisco Pereira Saraiva as terras do norte: Roca Velha, Rondinha e Cidreira.

Somente após 1860 começaram a vir para Cidreira os primeiros veranistas, ficando em casas de palha, com chão de areia batida. Dentre os pioneiros encontravam-se as famílias Cauduro, Pilla, Boppe, Mostardeiro, Chaves Barcellos, Bins, J.H. Santos e outras.

Devido ao difícil acesso não havia moradores, o que passou a ocorrer após a construção do primeiro farol, destacando-se João Neves, fiscal do governo estadual, que passou a residir ali para impedir a construção de casas sem a autorização do governo. Nessa época a praia era popularmente chamada de Pernambuquinho.

A partir de 1930 começaram a surgir as primeiras casas de madeira, sendo construída (em madeira) a Igreja Nossa Senhora da Saúde, surgindo, também, os Hotéis Atlântico, Farroupilha, Castelo, Farol, Cidreira e outros.

Em 1950 foi iniciada a construção da estrada ligando Porto Alegre ao litoral (concluída em 1958), desenvolvendo-se o processo de urbanização de Cidreira/Pinhal. Em 1954, a CEEE instalou o primeiro gerador de energia elétrica, seguindo-se na década de 1960 o primeiro posto telefônico e o serviço de tratamento da água, pela Corsan.

O município teve a sua origem em Santo Antônio da Patrulha, passando mais tarde a pertencer a Osório e, por fim, a Tramandaí – até que, em maio de 1988, foi emancipado.


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